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14-07-2017 - Brasil precisa coordenar esforços no comércio internacional, diz Roberto Jaguaribe
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 Roberto Jaguaribe tem uma missão particular, quase pessoal, à frente da Apex-Brasil. O diplomata quer aproximar os órgãos que atuam direta ou indiretamente no desempenho do Brasil no comércio internacional e ampliar a base de empresas brasileiras que atuam fora do país.  Trata-se, nas palavras dele, de uma "obsessão". "As entidades, sozinhas, não conseguem resolver tudo. Precisamos atuar juntos, em uma frente única lá fora", afirma Jaguaribe, que era embaixador do Brasil na China antes de assumir a Apex-Brasil, em maio do ano passado. A sintonia é particularmente relevante no momento atual do país, de crise econômica e séries de escândalos.  

Segundo ele, a coordenação entre os atores é fundamental para dar solidez, foco e inteligência estratégica à promoção do Brasil no exterior. Exemplo é a reedição da parceria histórica entre a agência e a CNI, executada pela Rede de Centros Brasileiros de Negócios (Rede CIN), que investirá R$ 14 milhões no apoio à internacionalização de empresas brasileiras.  "Por meio da CNI e das federações, ganhamos capilaridade, conhecimento e capacidade de atingir a produção industrial do Brasil em todos os segmentos", afirma.