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16-08-2017 - 30% das indústrias foram vítimas da falta de segurança no Rio Grande do Sul em 2016
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Três em cada dez indústrias do Rio Grande do Sul foram vítimas de roubo, furto ou vandalismo em 2016, e as perdas desses crimes para as empresas chegaram a 0,56% do faturamento bruto, cerca de R$ 1,1 bilhão. A conclusão está na Sondagem Industrial do RS Especial – Segurança, divulgada pela FIERGS. O levantamento aponta a falta de segurança como mais um dos entraves, componentes do "Custo Brasil", que afetam o ambiente de negócios e a competividade do setor.

Os resultados mostraram que os industriais gaúchos perceberam uma piora na segurança nos últimos três anos com aumento deste tipo de crime, especialmente em canteiros de obras, estoques e armazéns. Para fazer frente a esta insegurança e melhorar a proteção, mais de sete, de cada dez empresas (73,3%), usaram segurança privada no ano passado, o que representou gastos de 0,54% do faturamento. Para 72,4% dos empresários, a atual situação afeta os investimentos, que são essenciais para o aumento da produtividade e o crescimento do setor.
Outro ponto detectado na pesquisa divulgada pela FIERGS é que quase 60% das empresas gaúchas tinham algum tipo de seguro contra furto ou roubo em 2016. O custo médio do seguro chegou a 0,55% do faturamento bruto.

Comunicação da FIERGSTrês em cada dez indústrias do Rio Grande do Sul foram vítimas de roubo, furto ou vandalismo em 2016, e as perdas desses crimes para as empresas chegaram a 0,56% do faturamento bruto, cerca de R$ 1,1 bilhão. A conclusão está na Sondagem Industrial do RS Especial – Segurança, divulgada pela FIERGS. O levantamento aponta a falta de segurança como mais um dos entraves, componentes do "Custo Brasil", que afetam o ambiente de negócios e a competividade do setor.

Os resultados mostraram que os industriais gaúchos perceberam uma piora na segurança nos últimos três anos com aumento deste tipo de crime, especialmente em canteiros de obras, estoques e armazéns. Para fazer frente a esta insegurança e melhorar a proteção, mais de sete, de cada dez empresas (73,3%), usaram segurança privada no ano passado, o que representou gastos de 0,54% do faturamento. Para 72,4% dos empresários, a atual situação afeta os investimentos, que são essenciais para o aumento da produtividade e o crescimento do setor.
Outro ponto detectado na pesquisa divulgada pela FIERGS é que quase 60% das empresas gaúchas tinham algum tipo de seguro contra furto ou roubo em 2016. O custo médio do seguro chegou a 0,55% do faturamento bruto.

Comunicação da FIERGS