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07-06-2018 - CNI defende integração entre Mercosul e Aliança do Pacífico para recuperar negócios
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A CNI calcula que 19 dos 25 principais setores industriais exportadores perderam participação na Aliança do Pacífico em dez anos. O setor aeronáutico, por exemplo, que tinha 6,3% do mercado em 2008, passou a ter apenas 0,8% no ano passado. Nesse período, as economias do bloco, formado por Chile, Colômbia, Peru e México, importaram mais da China, Estados Unidos e União Europeia. 

Durante o seminário Mercosul-Aliança do Pacífico: reforçando os vetores da integração, no Itamaraty, terça-feira (5), o vice-presidente da CNI, Paulo Tigre, defendeu a definição de uma agenda viável para acelerar a aproximação da Aliança do Pacífico com o Mercosul, formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
"Para que os países do Mercosul e da Aliança do Pacífico não fiquem em desvantagem com concorrentes em seus mercados, é preciso que os governos entrem em entendimento sobre uma agenda robusta de aprofundamento dos acordos entre os dois blocos. Entre os temas a serem explorados, destacamos acordos em barreiras técnicas, medidas sanitárias e fitossanitárias, facilitação de comércio, coerência regulatória e acumulação de origem", disse Paulo Tigre. 

 

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