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07-01-2020 - Aplicação prática e possibilidade de escolher o que estudar revolucionam educação
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Meditação, robótica e testes de raciocínio lógico são as atividades que a estudante Emanuelle Jeremias, de 8 anos, mais gosta de fazer no Espaço de Educação Maker do Sesi de Blumenau (SC). "A gente aprende aqui coisas que nunca vamos aprender na sala de aula", afirma a estudante.

Inaugurado em março de 2017, o espaço ocupa uma área de 1200 metros quadrados no Complexo Esportivo Bernardo Werner. Em um galpão sem paredes e sem mesas individuais, estudantes com idades entre 7 e 17 anos testam na prática conhecimentos de artes, ciências, física, matemática, robótica e até de culinária e de edição de vídeos. A ideia central da educação maker é fazer com que os alunos sejam protagonistas do próprio processo de aprendizado, treinando habilidades que serão fundamentais ao longo da trajetória educacional e profissional.

"Na escola, os alunos aprendem muito a teoria. Aqui eles vêm para pôr em prática tudo que eles aprenderam na escola. Eles vêm para pôr realmente a mão na massa, que é o principal objetivo da educação maker: desenvolver as competências do século XXI, como por exemplo a comunicação, a resolução de problemas complexos, a criatividade e a autonomia. E todas essas coisas por meio de desenvolvimento de projetos. A gente trabalha com foco em projetos e aqui o aluno é o protagonista, é ele que vai escolher aquilo que vai fazer, a forma como vai fazer, como ele quer pesquisar. Sempre com auxílio dos nossos instrutores que vão mediando as situações e direcionando para que ele aprenda e construa da melhor forma o próprio conhecimento", afirma Ketlin Endler Cubas, supervisora no espaço. 

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