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12-12-2020 - Sob risco de ataques hackers, indústria aumenta demanda por profissionais de cibersegurança
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O número de ataques cibernéticos, que já vinha aumentando nos últimos anos, teve um salto durante a pandemia do novo coronavírus. O Brasil, que está entre os países que lideram como alvo, tem a necessidade urgente de formação e qualificação de profissionais. Hoje, o país não tem nem metade da força de trabalho necessária para responder às ameaças e evitar prejuízos, que vão da violação de dados de clientes e vazamento de informações confidenciais até a paralisação de linhas de produção na indústria.

 
Para responder à demanda, o Senai lançou cinco academias de segurança cibernética, localizadas em Brasília, Fortaleza, Vitória, Londrina e Porto Alegre. Além das instalações físicas, vários cursos ofertados são online, o que os coloca ao alcance de candidatos de todo o país. Os equipamentos e sistemas disponibilizados nas unidades do Senai formam um ambiente seguro para realização de competições cibernéticas, palestras, consultorias e cursos.
 
A organização internacional (ISC)² situa o Brasil entre os países com os maiores mercados de trabalho de cibersegurança. Levantamento de 2020 estima um gap da força de trabalho – a diferença entre o número de profissionais capacitados que as organizações precisam para se proteger e a capacidade atual disponível para realizar o trabalho –  de 3,1 milhões de profissionais em todo o mundo e de 331.770 no Brasil. Aqui, a força de trabalho total estimada é de 626.650 profissionais.
 
Comunicação da FIERGS