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30-08-2021 - Empresas estimam prejuízos de mais de R$ 1,2 bi sem prorrogação de prazos para exportação
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Sem medida do governo brasileiro para ampliar prazos, diante dos impactos da pandemia da Covid-19 no setor, exportadoras brasileiras que utilizam o drawback estimam perdas de mais de R$ 1,2 bilhão em 2021. O levantamento da CNI é referente a 406 atos concessórios - dos quais 121 já venceram no primeiro semestre.

 

A quantia é relativa à recomposição tributária pelos insumos que são incorporados aos bens para exportação. Para o setor produtivo, há risco de os prejuízos serem ainda maiores, uma vez que adesão ao regime é alta, acima de 2 mil empresas, e beneficia de pequenas a grandes.

 

O drawback é um regime aduaneiro especial que permite a desoneração de tributos em insumos importados ou comprados no mercado interno que serão usados pela indústria brasileira para compor um produto destinado à exportação.

 

O ato tem validade de um ano, com prorrogação por mais um ano, contados a partir da emissão pela Secex. Para bens de capital, o prazo total para exportação chega a cinco anos.

 

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